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terça-feira, 22 de janeiro de 2013

RESAB lança edital de seleção de trabalho para Caderno Multidisciplinar


A Rede de Educação do Semiárido Brasileiro (RESAB) lançou ontem (21/01) Edital para seleção de trabalhos acadêmicos que serão publicados no seu Caderno Científico intitulado “Educação e Contexto do Semiárido Brasileiro”.

A publicação tem o propósito de incentivar a produção de conhecimentos na área da educação contextualizada no semiárido e educação do campo, bem como, fomentar a sistematização e socialização das experiências e pesquisas desenvolvidas nestas áreas.

Os educadores e pesquisadores na área da educação contextualizada e educação do campo poderão encaminhar seus trabalhos no período de  21/01/2013 a 11/03/2013. Os trabalhos deverão ser encaminhados em forma de artigo científicos e não poderão ultrapassar 12 páginas.

Os trabalhos submetidos à RESAB para publicação no “Caderno Multidisciplinar Educação e Contexto do Semiárido Brasileiro” deverão ser analisados pelo Conselho Editorial da Publicação que deverá dar parecer favorável ou não à publicação; cabendo à Secretaria Executiva da RESAB e Coordenação do Selo Editorial RESAB, as providências necessárias para elaboração do projeto gráfico e editorial do Caderno.
Os trabalhos deverão ser encaminhados para: Selo Editorial RESAB, Caixa Postal: 101, Juazeiro/BA, CEP: 48.900-000. Veja Edital de Seleção.

Para maiores informações: E-mail: seloeditorialresab@yahoo.com.br

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

MEC distribuirá tablets para professores do ensino médio


O Ministério da Educação vai investir cerca de R$ 150 milhões neste ano para a compra de 600 mil tablets para uso dos professores do ensino médio de escolas públicas federais, estaduais e municipais. De acordo com o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, os equipamentos serão doados às escolas e entregues no segundo semestre.
O objetivo do projeto Educação Digital – Política para computadores interativos e tablets, anunciado pelo ministro Mercadante na última quinta-feira, 02/02, é oferecer instrumentos e formação aos professores e gestores das escolas públicas para o uso intensivo das tecnologias de informação e comunicação (TICs) no processo de ensino e aprendizagem.
Além de enviar equipamentos, o Mec oferece cursos de formação aos professores. Segundo Mercadante, mais de 300 mil professores já fizeram o curso do ProInfo, e agora os 600 mil que lecionam no ensino médio terão à disposição um curso de 360 horas para trabalhar com as novas mídias. A qualificação será feita pela rede de formadores do ProInfo, que já trabalha com especialistas de universidades públicas.
Aloizio Mercadante prevê a ampliação do Portal do Professor, que viabiliza a troca de experiências entre os professores do Ensino Fundamental com os professores do Ensino Médio, além de ser um espaço virtual com recursos que facilitam o trabalho dos professores para a preparação das aulas e disponibiliza informações sobre cursos de capacitação e também atualidades sobre o mundo da educação.

domingo, 30 de outubro de 2011

Professor da UNEB lança livro sobre educação do campo


O professor da Universidade do Estado da Bahia (UNEB), Edmerson dos Santos Reis, Doutor em Educação, militante e pesquisador da Educação do Campo, está lançando em novembro, seu segundo livro “Educação do Campo: escola, currículo e contexto”.
A obra aponta as raízes da descontextualização da Educação no Campo Brasileiro e a exclusão dos sujeitos ao direito de uma educação escolar contextualizada com o seu meio de vivencia. Mostra também, a luta dos camponeses pela terra como fonte de vida, em contramão ao latifúndio que ver a terra  somente para fins lucrativos.
A publicação é resultado da pesquisa desenvolvida no curso de doutorado em educação, na qual o autor apresenta com riqueza de detalhes, a experiência de contextualização da educação escolar vivenciada na Escola Rural de Massaroca (ERUM) no município de Juazeiro - Estado da Bahia.  “Traz para os leitores e leitoras o processo de construção de práticas educativas, mediantes as quais se dá a contextualização do currículo no diálogo de conhecimentos e saberes. Mostra os caminhos trilhados pelos diversos atores - professores, estudantes e agricultores, técnicos, pesquisadores, gestores e gestoras – ensinando e aprendendo a ressignificar o saber escolar".
O texto propõe uma reflexão sobre a trajetória da Educação no Semiárido Brasileiro que sempre foi estigmatizado pelas demais regiões do país como a região da inviabilidade, desconsiderando todas as suas potencialidades e a sua gente, e sobre a construção de um novo currículo escolar para os estudantes dessas localidades, que paute-se pelo desenvolvimento de atitudes voltadas à construção de um projeto de desenvolvimento de nação, sustentável, solidário e integrado, que tenha nos povos e no campo uma possibilidade de inclusão e de correção das desigualdades construídas historicamente.
O livro pode ser adquirido através da Associação de Desenvolvimento e Ação Comunitária (ADAC) - E-mail: adacsf@yahoo.com.br ou (74) 3613-3083.

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Docentes não estão preparados para usar computadores que chegam às escolas


Embora ainda sob avaliação do governo federal, o programa Um Computador por Aluno (UCA) já recebeu adesão de 220 municípios e Estados interessados em comprar 204 mil máquinas.
Para aproveitar a isenção fiscal que reduz o preço de cada equipamento para até R$ 344, parte das secretarias de Educação comprou os netbooks antes de capacitar professores. Pesquisa do Instituto de Economia da UFRJ mostra que a preparação dos docentes é uma barreira para o sucesso do programa.
Em seis municípios que integraram o projeto-piloto, foi relatada preocupação dos professores com a “falta de planejamento”, a “chegada brusca” dos netbooks e a falta de estrutura física e elétrica. Mas docente reconheceram os benefícios do uso dos equipamentos, como a inclusão digital dos alunos e das famílias.
Na primeira fase, o governo distribuiu 150 mil computadores a 300 escolas. Na etapa atual, lançada em dezembro passado, foi feito registro de preços para 600 mil netbooks, que custam R$ 344,18 no Centro-Oeste, no Norte e no Sudeste e R$ 376,94 no Nordeste e no Sul. Cada Estado ou município decide se adere ou não, pagando com recursos próprios ou a partir de linha de financiamento do BNDES.
Para o Ministério da Educação, os efeitos concretos só poderão ser percebidos a longo prazo. “Pode levar até cinco anos para conseguirmos provar se aquela ferramenta melhorou a capacidade de aprendizagem”, afirma Mauro Moura, coordenador de Tecnologia do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação, que gerencia o UCA.

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Educação e novas tecnologias: novos desafios às escolas do semiárido

O Ministério da Educação (MEC) vai distribuir tablets – computadores pessoais portáteis do tipo prancheta, da espessura de um livro – a escolas públicas a partir do próximo ano. A informação foi divulgada nesta quinta-feira pelo ministro da Educação, Fernando Haddad, durante palestra a editores de livros escolares, na 15ª Bienal do Livro. O objetivo, segundo o ministro, é universalizar o acesso dos alunos à tecnologia.
Haddad afirmou que o edital para a compra dos equipamentos será publicado ainda este ano. "Nós estamos investindo em conteúdos digitais educacionais. O MEC investiu, só no último período, R$ 70 milhões em produção de conteúdos digitais. Temos portais importantes, como o Portal do Professor e o Portal Domínio Público. São 13 mil objetos educacionais digitais disponíveis, cobrindo quase toda a grade do ensino médio e boa parte do ensino fundamental."
Haddad não soube precisar o volume de tablets que será comprado pelo MEC, mas disse que estaria na casa das "centenas de milhares". Ele destacou que a iniciativa está sendo executada em parceria com o Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT).
O avanço tecnológico traz novos desafios à educação no semiárido, tendo em vista o despreparo de muitos docentes quanto ao uso didático de novas ferramentas tecnológicas para potencializar os processos de ensino-aprendizagem. No entanto, o domínio das ferramentas tecnológicas é imprescindível no processo de produção e difusão de novos conhecimentos no semiárido e o poder público precisa viabilizar projetos de formação que garantam aos docentes e aos alunos o desenvolvimento de novas competências e habilidades voltadas ao uso pedagógico e educativo das novas tecnologias.

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

UFPI produz vídeo sobre educação do campo

Com o intuito de dá visibilidade as experiências de educação do campo desenvolvidas no Estado, a Universidade Federal do Piauí está produzindo um vídeo sobre  quatro experiências inovadoras na área da educação do campo.
Na comunidade Quilombola Olhos D´água dos Negros, no município de Esperantina, o vídeo mostra o trabalho educativo desenvolvido pela associação quilombola em parceria com a escola da comunidade com o intuito de revitalizar as tradições culturais e a história dos afrodescendentes. Com esse trabalho, os jovens aprendem capoeira, reinventam a dança do côco e transformam as riquezas naturais, como o babaçu e o buriti, em fonte de renda.
Já no município de Pedro II, o destaque foi a experiência da Ecoescola Thomas Kempis, vinculada ao Centro de Formação Mandacaru, que desenvolve sua proposta pedagógica a partir dos princípios agroecológicos e da convivência com o semiárido.
Na área da educação profissional no campo, o vídeo apresenta o trabalho da Escola Família Agrícola do Soinho, localizada na zona rural de Teresina-PI, voltado para a formação humana e profissional, habilitando os alunos em "técnico agropecuário", através da Pedagogia da Alternância.  A EFA Soinho é vinculada a Fundação Padre Antônio Civieiro (FUNACI).
A educação desenvolvida em área de assentamento também foi uma das experiências priorizadas na produção, com destaque para a Escola Itinerante implementada pelo Movimento Sem Terra (MST) nos acampamentos da região sul do Piauí, tendo como foco priritário a formação política dos jovens.
O vídeo está sendo produzido através do Projeto de Extensão "Formação de Educadores do Campo, executado no município de Esperantina, com o apoio do Ministério da Educação, sob a coordenação do Prof. Ms. Elmo de Souza Lima, do Centro de Ciências da Educação da UFPI.
Além do vídeo, será publicado pela Editora da UFPI um livro com trabalhos de pesquisadores piauienses na área da educação do campo que irão subsidiar os processos de formação de educadores, bem como, o desenvolvimento de práticas educativas voltadas para o contexto sociocultural dos camponeses.

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Alunos do semiárido receberão computadores nas escolas

Os alunos das escolas públicas da rede estadual de ensino dos municípios Oeiras e São João do Piauí, no semiárido piauiense, serão beneficiados pelo Programa Um Computador por Aluno (Prouca), desenvolvido pelo Ministério da Educação e receberão um laptop.
No Piauí, 2.500 aparelhos já foram adquiridos, os quais já estão sendo repassados para as escolas. No total serão beneficiadas nove escolas públicas no Estado, das quais, cinco são da rede pública estadual e as demais da rede municipal de educação.
Segundo Alzira Lopes, coordenadora de Tecnologia Educacional, da Secretaria da Educação e Cultura (Seduc), as escolas localizadas em Nazária e União já estão de posse dos laptops. Contudo, o uso dos computadores por parte dos alunos só será efetivada com a chegada dos armários, onde serão armazenados os equipamentos e as suas baterias carregadas.
“Estamos em processo de licitação dos 51 armários, os quais custarão mais de R$ 200 mil”, enumera Alzira Lopes. Quanto à capacitação dos multiplicadores, a coordenadora ressalta que no fim do mês de março os profissionais já devem ter concluído o treinamento. Estes, por sua vez, serão responsáveis por repassar as informações aos professores. 
Durante a capacitação são enfatizadas a questão operacional, a aplicação da web 2.0, bem como o planejamento das atividades junto aos alunos. Além da disponibilização dos computadores, a Secretaria da Educação também está agilizando a instalação dos servidores, proporcionando conectividade à internet por meio da rede sem fio. “Todas as escolas que serão beneficiadas pelo programa possuem instalações básicas para receber a conectividade em rede sem fio”, enfatiza Alzira. 

quinta-feira, 9 de junho de 2011

RESAB cria grupo para a produção de material paradidático no Piauí

A Rede de Educação no Semiárido criou um grupo de trabalho para a produção de materiais paradidáticos no Piauí. A idéia é produzir um livro e um vídeo sobre o semiárido piauiense, destacando principalmente as alternativas de convivência com o semiárido e o combate a desertificação.
O grupo é formado por professores de escolas públicas e educadores populares vinculados as organizações sociais que participam do Fórum Piauiense de Convivência com o Semiárido. Neste momento, os profissionais estão trabalhando no levantamento de informações sobre o semiárido piauiense para em seguida começar a produção do material.
Esse trabalho foi iniciado a partir da Oficina de Produção de Material Paradidático realizado pelo Instituto Nacional do Semiárido (INSA) e a RESAB, no período de 05 a 07 de maio de 2011, no município de Picos. 
A produção de material didático tem sido uma das ações priorizadas pela RESAB para a consolidação da proposta de educação para a convivência com o semiárido, tendo em vista que a ausência de materiais didáticos contextualizados torna ainda mais difícil a tarefa dos professores no desenvolvimento de atividades educativas voltada para a realidade sociocultural e ambiental do sertão.

Veja artigo sobre esse tema: Formação docente e a produção de materiais didáticos: as experiências desenvolvidas no contexto do Semi-árido

A Articulação no Semiárido Brasileiro (ASA BRASIL) produziu alguns vídeos didáticos muito interessante sobre o semiárido, confiram:


quarta-feira, 30 de março de 2011

INSA realizará Oficina de Produção de Materiais Paradidáticos no Piauí


O Instituto Nacional de Semiárido (INSA), vinculado ao Ministério de Ciência e Tecnologia, em parceria com a Rede de Educação no Semiárido (RESAB) estará realizando uma Oficina de Produção de Materiais Paradidáticos, no período de 05 a 07 de maio de 2011, em Picos.
O propósito da oficina é contribuir na elaboração de projetos na área da produção de livros paradidáticos voltado para a realidade sociocultural do sertão e os princípios da convivência com o Semiárido, destinados às escolas públicas de educação infantil ou ensino fundamental.
Além dessa Oficina do Piauí, outras três oficinas serão realizadas nos municípios de Juazeiro (BA), Sumé (PB) e Montes Claros (MG), todas voltadas para a formação de professores das escolas públicas do Semiárido na perspectiva da produção de materiais didáticos contextualizados que possibilite e melhoria da qualidade da educação nessa região.
Serão destinadas 20 vagas em cada uma das oficinas para professores das públicas e educadores populares que atuam em organizações sociais que desenvolve projetos educativos voltados para a convivência com o Semiárido e tenham experiência na área da produção de materiais didáticos.

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Fórum do Semiárido lança série de desenhos animados em Teresina


O Fórum Piauiense de Convivência com o Semiárido lançou na noite de ontem, dia 26/02,no Centro de Formação da Obra Kolping, a série de desenhos animados Água, Vida e Alegria no Semiárido, produzidos pela ASA Brasil.  
A série de desenhos foi construída em conjunto com 16 estudantes que cursavam a quarta série da Escola Doutor João de Oliveira Campos, na comunidade de Ponto Novo, em Riachão do Jacuípe, no estado da Bahia.  As crianças participaram de duas oficinas onde fizeram desenhos sobre a realidade em que vivem e as alternativas de convivência com o Semiárido praticadas na comunidade e construíram as histórias que serviram de mote para a criação do roteiro dos desenhos animados.
Os desenhos estão divididos em oito episódios que contam a aventura de um grupo de  crianças e de um mandacaru falante. Cada episódio traz um tema relacionado aos processos de convivência com o semiárido: Açude; Cisterna; Uso Racional da Água; Ciclo da Água; Saúde e Higiene; Poluição dos Rios; Passado, Presente e Futuro; e Direito à Água Potável.
Na ocasião, também foi lançado o vídeo documentário Desenhando Histórias que mostra o processo de criação dos desenhos. O vídeo aborda a questão da educação contextualizada, modelo de ensino e aprendizagem em que o saber dos alunos é valorizado e a realidade deles é inserida na sala de aula.
Durante o evento, a coordenadora de Convivência com o Semiárido do Governo do Estado, Lúcia Araújo, enfatizou a importância dos desenhos animados para o trabalho de educação para a convivência com o Semiárido nas escolas públicas do Estado.
Para Elmo Lima, membro da Rede de Educação no Semiárido e professor da UFPI, os desenhos irão fortalecer o trabalho desenvolvido nas escolas voltados para a convivência com o Semiárido, pois aborda os temas da convivência de forma lúdica, descontraída e com uma linguagem bem próxima do mundo das crianças.

A produção dos vídeos teve o apoio da Codevasf, Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) e Ministério de Integração Social.

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Professores do Semiárido participam de Oficina de Produção de Material Didiático no Piauí

O Instituto Nacional de Semiárido (INSA) e a Rede de Educação no Semiárido (RESAB) realizaram a I Oficina de Produção de Materiais Paradidáticos, no período de 05 a 07 de maio de 2011, em Picos.
O propósito da oficina foi contribuir na elaboração de projetos na área da produção de materiais paradidáticos voltado para a realidade sociocultural do sertão e os princípios da convivência com o Semiárido, destinados às escolas públicas de educação infantil ou ensino fundamental.
Durante o evento, os professores e educadores populares discutiram sobre a caracterização do Semiárido piauiense, bem como, sobre os materiais didáticos e paradidáticos necessários para se avançar na construção do projeto de educação para a convivência com o Semiárido.
Ainda durante os trabalhos, o grupo construiu o projeto inicial dos materiais paradidáticos que serão produzidos no Piauí e definiu o grupo de professores e educadores populares que irão dar continuidade as discussões e a elaboração desses materiais didáticos que envolverá a produção de livros paradidáticos e vídeos sobre a caracterização do semiárido piauiense e os processos de desertificação.
Professores elaborando o projeto de produção dos materiais didáticos