domingo, 23 de junho de 2013

Uespi prorroga inscrições do Curso de Especialização em Gestão de Políticas Públicas no Semiárido


A Universidade Estadual do Piauí - UESPI através da Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação – PROP prorrogou as inscrições dos Cursos de Especialização em Gestão e Políticas Públicas no Semiárido, no Campus de Picos e núcleo de Paulistana, até o dia 05/07.
Os Cursos estão sendo oferecidos em parceria com a Secretaria Estadual de Educação e Cultura (SEDUC), Diretoria de Convivência com o Semiárido (EMATER) e Rede de Educação do Semiárido (RESAB) e é voltado aos gestores públicos (diretores de escolas, coordenadores pedagógicas), técnicos das secretarias de educação, agricultura, assistências, técnicos do Emater e  representantes de organizações sociais.
Além desses cursos, dois outros cursos na área da Educação Contextualizada no Semiárido estão sendo oferecidas na região de Oeiras e Valença. Veja o resultado da seleção do curso de Oeiras.

domingo, 12 de maio de 2013

Jornal Nacional destaca experiências exitosas de convivência com o semiárido


O Jornal Nacional da Rede Globo apresentou, no dia 11/05, as experiências de convivência com o semiárido desenvolvida pela Articulação no Semiárido Brasileiro (ASA BRASIL) que tem ajudado as famílias a superarem os efeitos da seca e a garantirem renda e qualidade de vida.
Com o uso de tecnologias simples, as organizações sociais que participam da Asa Brasil têm levado novos conhecimentos às comunidades rurais do sertão nordestino, criando novas perspectivas de desenvolvimento na região baseando na ideia de convivência com o semiárido. A ideia é mostrar para os agricultores que é possível criar alternativas de convivência com a seca com a utilização de tecnologias simples que facilitem o aproveitamento e o uso sustentável da água de chuva para a produção de alimentos no semiárido.

As principais tecnologias utilizadas pela Asa Brasil são as cisternas de placa com capacidade para 16 mil litros, que capta a água do telhado para atender ao consumo doméstico, construída através do Programa Um Milhão de Cisternas (P1MC) - Programa de Formação e Mobilização Social para a Convivência com o Semiárido da ASA. O objetivo do P1MC é beneficiar cerca de cinco milhões de pessoas em toda região semiárida com água potável para beber e cozinhar, através das cisternas de placas.
E a outra tecnologia, é a chamada cisterna calçadão, com capacidade de armazenar 52 mil litros que capta a água de uma calçada de cimento que será utilizada para a irrigação de plantas e horas e a criação de pequenos animais.
Esta tecnologia está sendo construída pelo Programa Uma Terra e Duas Águas (P1+2), que tem como objetivo fomentar a construção de processos participativos de desenvolvimento rural no Semiárido brasileiro e promover a soberania, a segurança alimentar e nutricional e a geração de emprego e renda às famílias agricultoras, através do acesso e manejo sustentáveis da terra e da água para produção de alimentos.
A Asa Brasil já construiu em parceria com o governo federal mais de 460 mil cisternas para o consumo doméstico. A meta é chegar a um milhão. No semiárido, é preciso planejar e estocar.
Veja os vídeos sobre as experiências de convivência com o semiárido

Reportagem do Jornal Nacioal


Reportagem do Bom Dia Pernambuco

sexta-feira, 26 de abril de 2013

UESPI lança edital de Curso de Especialização em Educação Contextualizada e Gestão no Semiárido


O governador do Piauí Wilson Martins assinou, nessa quinta-feira (25/04), o edital de lançamento dos cursos de pós-graduação em Educação Contextualizada para Convivência com o Semiárido e de Gestão em Políticas Públicas no Semiárido. O lançamento aconteceu na solenidade de inauguração do campus do Instituto Federal do Piauí (IFPI), no município de Oeiras.
Para Wilson Martins, os cursos de pós-graduação são ações objetivas, e de longo prazo do governo para a convivência com o Semiárido, que se somam às medidas emergenciais no combate à seca. Os cursos são voltados para professores, coordenadores e supervisores das escolas públicas localizadas no Vale do Canindé e têm como eixo principal ampliar os aspectos educativos para a convivência com o clima e as condições ambientais de cada região.

“Os cursos chegam num bom momento e permitem a qualificação da mão de obra. Em breve, lançaremos o Programa Viva o Semiárido, programa do Governo do Piauí em parceria com o Fundo de Investimento para o Desenvolvimento da Agricultura (Fida), pelo qual investiremos R$ 80 milhões na educação e qualificação de jovens e no setor produtivo, gerando emprego e renda.
O programa abrangerá 89 municípios espalhados pelos territórios da Serra da Capivara, do Vale do Canindé, do qual Oeiras é a base principal, do vale do Guaribas, com Picos como centro, e no vale do Sambito”, explica Wilson Martins.
Os cursos de pós-graduação serão realizados pela Universidade Estadual do Piauí (Uespi), por meio do Núcleo de Estudo e Pesquisa Rural e Regional (Nuperre), em parceria com a Secretaria Estadual da Educação e Cultura (Seduc), Diretoria de Convivência com o Semiárido e Rede de Educação do Semiárido (Resab).
O reitor da Uespi, professor Carlos Alberto, ressaltou o lançamento dos cursos de pós-graduação como um marco na educação na região do Semiárido. 
“Ser ou não ser sertanejo é um conflito que se desenvolve historicamente e que ao mesmo tempo é influenciado e influencia as políticas públicas traçadas para o sertão. Na medida em que essas políticas não respeitem a cultura, o lugar, as pessoas, não colocando essas como seu foco real, não conseguem se traduzir na melhoria para o sertão; daí a importância da formação contextualizada buscando conhecer e apontar soluções para os gestores definirem políticas corretas para o desenvolvimento sustentável do Semiárido”, afirmou.
São cinco cursos com 40 vagas em cada um e serão realizados nas cidades de Oeiras, São Raimundo Nonato, Picos, Paulistana e Valença. Dois cursos são voltados para a educação contextualizada e três para gestão pública dentro do Semiárido. O curso de Gestão e Políticas Públicas no Semiárido tem como público-alvo gestores municipais e membros de Conselhos locais de desenvolvimento rural e membros dos colegiados territoriais, técnicos de ONGs que trabalham com ações de convivência com o Semiárido e técnicos do Governo Estadual.
Os cursos são financiados pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), no valor de R$ 928.000,00, por meio de emenda parlamentar de autoria do deputado Nazareno Fonteles, e R$ 93.755,50 do Tesouro Estadual.

Acesse Edital dos Cursos de Pós-Graduação Lato sensu

Fonte: Assessoria de Comunicação - UESPI

sexta-feira, 12 de abril de 2013

UNEB aprova mestrado em Educação, cultura e territórios Semiáridos



O Departamento de Ciências Humanas (DCH), da Universidade do Estado da Bahia (Uneb), em Juazeiro, a aprovou seu primeiro Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Educação, Cultura e Territórios Semiáridos, pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). O mestrado acadêmico terá como área de concentração “Educação, Cultura e Contextualidade” e linhas de pesquisa em “Educação para Convivência com o Semiárido” e “Letramento e Comunicação Intercultural”. A seleção para a primeira turma do mestrado ocorrerá até o final do primeiro semestre deste ano e está previsto o oferecimento de 20 vagas.
O objetivo é qualificar pesquisadores que pensem estrategicamente o planejamento e a execução de práticas educativas contextualizadas, informadas por referenciais teóricos adequados à concepção de educação para a convivência com o semiárido, observando-se as mediações vivenciadas pelos canais comunicativos e tecnologias associadas à educação. Para o doutor Edmerson Reis, coordenador do programa, o mestrado representa mais uma contribuição da Universidade no processo de construção de ações voltadas para a realidade da região semiárida brasileira, que apresenta características singulares e ao mesmo tempo complexas, retratadas em outros territórios semiáridos do mundo.
“A criação do mestrado e a consolidação da pós-graduação no Departamento de Ciências Humanas visa à formação de profissionais capazes de compreender e pensar saídas inovadoras, adequadas com a semiaridez, tendo em vista a construção de um desenvolvimento regional sustentável, integrado e fundamentado na convivência”, destaca Luzineide Dourado, coordenadora da Câmara de Pós-Graduação e vice-coordenadora do mestrado.
Fonte: Assessoria de imprensa UNEB

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Uespi irá ofertar cinco novos cursos de especialização na área da convivência com Semiárido

A Universidade Estadual do Piauí Uespi) irá ofertar, em parceria com a Rede de Educação no Semiárido (RESAB) e a Secretaria de Estado da Educação e Cultura (Seduc), cinco novos cursos de Especialização na área da convivência no Semiárido.
Serão 2 cursos de Educação Contextualizada no Semiárido, voltados para professores, coordenadores e supervisores das escolas públicas localizadas no Vale do Sambito (região de Valença) e Vale do Canindé (região de Oeiras) e 3 cursos na área de Gestão e Políticas Públicas no Semiárido nos territórios Vale do rio Guaribas, Capivara e Microrregião de Paulistana, voltados para gestores públicos e técnicos vinculadas aos órgãos públicos e organizações sociais que atuam na área da convivência com o semiárido.
Para a professora Maria Cantalice, coordenadora de educação no semiárido da SEDUC, “os cursos vão munir os professores de conhecimento necessário para que eles consigam desenvolver melhor uma proposta de educação contextualizada no Semiárido”.
Os cursos serão oferecidos gratuitamente em regime presencial e acontecerão nos Campus da UESPI nas cidades pólos dos territórios. Terá 40 vagas cada curso, com duração em torno de 12 meses e meio.  A previsão é que o de seleção seja lançado ainda em maio e o curso do território do Canindé comece em junho.

sexta-feira, 29 de março de 2013

Governo do Piauí sanciona Lei que potencializa a Educação Contextualizada no Semiárido


O Governo do Estado do Piauí sancionou, no último dia 20 de março, a Lei N°6346, que dispõe do acréscimo do tema: "Aprendendo a conviver no Semiárido", em disciplinas do Ensino Fundamental e Médio da Rede Pública Estadual.

A Secretaria de Estado da Educação e Cultura (Seduc), através da Coordenação de Educação Contextualizada no Semiárido desenvolve uma proposta pedagógica de trabalho pautada nos princípios da educação voltada para a região semiárida.
Nessa perspectiva, a Coordenação articula e desenvolve a formação continuada de professores da Rede Pública elaborando inclusive, materiais paradidáticos. Todo o trabalho é desenvolvido seguindo os princípios da Rede de Educação do Semiárido Brasileiro - RESAB. Com a nova Lei, as ações passam a ter um marco legalizado dando maior segurança ao trabalho desenvolvido há anos.
Para a coordenadora do Semiárido na Seduc, Maria Luiza de Cantalice, a decisão do Governo traz o respaldo que faltava. "Essa Lei é muito importante para o desenvolvimento do nosso trabalho. Vem legalizar a proposta curricular do tema de convivência no Semiárido, nos dando segurança em relação ao trabalho realizado", destaca.
A Lei N°6346, ainda passará pelo Conselho Estadual de Educação com o intuito de ser melhorada, facilitando a aplicação das disciplinas em sala de aula.

quinta-feira, 28 de março de 2013

Piauí forma primeira turma de especialistas em Educação no Campo

Cerca de 100 professores da rede pública de ensino concluíram, no último dia 21 de março, o Curso de Especialização em Educação do Campo – Saberes da Terra, realizado pelo Instituto de Educação Antonino Freire, em parceria com a Secretaria Estadual de Educação e o Ministério da Educação, beneficiando mais de 30 municípios do Estado. 

Durante o evento de encerramento do curso, denominado de Jornada Científica: "Cenários da Educação do Campo no Piauí", os alunos tiveram a oportunidade de socializar as pesquisas realizadas ao final do curso, bem como, as expriências exitosas desenvolvidas nas comunidades nas quais atuam como professores.
De acordo com os novos especialistas, para trabalhar efetivamente a educação no campo de forma contextualizada, é preciso que o educador faça adaptações com a realidade do aluno. "Para mim, como professor de  Matemática, foi um desafio trabalhar a interdisciplinariedade e a educação no campo. O programa é si é nota 10, porém precisamos trabalhar de forma eficiente para evitar a evasão e envolver os alunos. Um dos maiores desafios é articular os conteúdos à prática do aluno que vive no campo em uma realidade bem diferente da cidade onde geralmente o livro é produzido", diz o professor Marcílio Trindade, do município de Jurema do Piauí.
Os resultados do programa se refletem não apenas na mudança de como a educação é trabalhada, mas também na qualificação desses profissionais que atuam nos municípios. "O primeiro resultado profissional dessa especialização é que fui indicada para trabalhar como coordenadora do Pacto Nacional de Alfabetização na Idade Certa (Pnaic)", explica Rosilene Soares Pereira, de São João da Serra.
Segundo Rosilene, foi uma inovação e um desafio como educador. "Hoje vejo a educação do campo com outra visão, pois o campo está atrelado tanto à cidade como ao rural. E foi isso que motivou meu trabalho de conclusão de curso que defende que é preciso o currículo nas escolas no município de São João da Serra", diz.
Para a professora Antonieta Machado, do município de Batalha, o curso serviu como qualificação e como embasamento para corrigir as falhas dos profissionais da educação. "Sem falar que os municípios ganharam pessoas qualificadas para atuar nessa área. É preciso ver o campo dentro de uma visão macro que não é sinônimo de atraso, mas de igualdade e de produção", complementa o professor  Francisco das Chagas Silva.
"Aos poucos estamos conseguindo mudar a visão de que educação e tecnologia é coisa somente da cidade. Hoje no campo temos acesso a tecnologias, internet e um jeito diferente de trabalhar a educação", diz o professor Orisvaldo Costa Ribeiro, do município de Agricolândia.
Fonte: SEDUC/PI